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O QUE NOS DIZEM OS SENSOS
SOBRE AS ESTRUTURAS FAMILIARES


No dia 8 de fevereiro p. p., realizou-se no Instituto Nacional de Estatística mais um ciclo de apresentação de estudos subordinados ao tema «O Que nos Dizem os CENSOS» nas suas dimensões censitárias mais relevantes, ao nível da população, dos agregados familiares e da habitação.

Para a apresentação destes estudos, foi convidada a nossa Associação dos Agentes Técnicos de Arquitetura e Engenharia, a qual foi representada pelo nosso colega Ag. Téc. Samuel Dinis, nº 423, que agradecemos, por uma vez mais estar presente, e que nos apresenta alguns apontamentos, subordinados ao seguinte programa:

Às 11 horas, teve lugar a sessão de abertura pelo presidente do Conselho Diretivo do INE, Francisco Lima, o qual agradeceu a presença dos convidados presentes.

A seguir falou Fátima Moreira, técnica do Serviço de Estatísticas Setoriais das Empresas, dizendo, entre outras coisas, que o Censos de 2021 indica que foram construídos 3 367 426 edifícios;

No que respeita a Alojamentos, foram construídos:

Em 1981 – 3 435 633;
Em 2021 – 5 981 813.

Concentração dos Alojamentos:

Na Área Metropolitana de Lisboa, (AML) – 25.1 %
Na Área Metropolitana do Porto, (AMP)  – 14.0 %

Também foi dito que a  maioria dos edifícios construídos há menos de 10 anos, não necessitam de reparações.
Quanto à ocupação dos alojamentos, estão divididos em duas categorias:
Residência habitual e Residência secundária.
Foi também dito que a zona costeira do continente português foi onde se construíram mais alojamentos.
A maioria das áreas dos alojamentos, situa-se entre os 60 m² e os 100 m².

Depois falou Cláudia Guerreiro. Técnica do Serviço de Estatísticas Sectoriais das Empresas, sobre as características dos alojamentos, dizendo que o tipo de aquecimento utilizado com mais frequência entre a década de 2011-2021, foi o ar condicionado,

Os alojamentos construídos só na última década, (2011-2021), apresentam o seguinte índice de lotação:

23,7% - Lotação normal;
12,7% - Sobrelotados;
63,6% - Superlotados.

A seguir, falou Maria da Graça Igreja, diretora do Observatório de Habitação, do Arrendamento e da Reabilitação Urbana, que nos falou sobre o OHARU, salientando:

I – Competências do OHARU;
II – Agregados;
III – Alojamentos vazios;
IV– Alojamentos ocupados;
V – Regime de ocupação;
VI – Encargos da habitação;
VII – Apoios ao arrendamento;
VIII – Lotação;
IX – Necessidades de reparação

Falou também na Taxa de Esforço na compra da habitação e nos encargos com a habitação, sobre aquisição e arrendamento.

Depois foi a vez de António Vilhena, investigador auxiliar do Departamento de Edifícios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, que nos falou sobre:

– O que nos dizem os Censos sobre a habitação;
– Habitação e Indústria/Comércio, condicionantes à habitação;
– Habitação; 
-  A inadequação dos alojamentos em relação a sobrelotação; 
– Seguem algumas alterações relacionadas com a idade do parque habitacional, como sejam:1/3 com mais de 30 anos e 30% com mais de um ano.
– A indústria de construção: As empresas de construção com alvará, começaram a abrandar, e só agora estão a chegar ao número deixado antes do constrangimento na indústria da construção.

Seguiu-se um período de debate sobre os temas enunciados, e às 12,30 horas o presidente do INE encerrou o debate.





 

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